sábado, 1 de fevereiro de 2014

A Doutrina Monoteista




 A Doutrina Monoteísta
“...Ouve, O Israel : O Senhor nosso Deus é o único Senhor...” (Dt.6:4)
שְׁמַ֖ע יִשְׂרָאֵ֑ל יְהוָ֥ה אֱלֹהֵ֖ינוּ יְהוָ֥ה ׀ אֶחָֽד (Dt.6:4)


“...E Jesus lhe respondeu, o primeiro de todos os mandamentos é , ouve , O Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor...” (Mc.12:29)
“...Um só Senhor, uma só fé, um só batismo...” (Ef.4:5)
“...E Deus disse a Moises, e lhe disse, Eu sou o Senhor...” (Ex.6:2)
“...Eu sou o Senhor seu Deus, que te tirou do Egito, para ser seu Deus : Eu sou o Senhor seu Deus...” (Nm.15:41)
“...Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro, nenhum Deus antes de mim, eu te cerquei /preparei/envolvi sem você me conhecer...” (Is.45:51)
“...A Biblia começa com Senhor Deus em Genesis 1:1 e termina com Senhor Jesus em Apocalipse 22:21...”
“...É a revelação de Deus da criação até o fim do mundo...”
Monoteísmo
Do grego “monos monos – só, apenas,sozinho, único ; theismo – Theo - Téo = Deus
Monoteísmo (do grego) é o modo de expressar que os Judeus acreditam em um só Deus como legalizado no primeiro mandamento bem como várias passagens das escrituras.
Dos judeus equivalente ao grego Monoteismo seria “Echadel ledahce ou Echadelohim miholedahce” A unidade de Deus é adicionalmente provada pela presença de uma única existência Divina no Santo dos Santos na arca da Aliança no tabernáculo.  Os judeus acreditam em um só Deus confessado diariamente no Shema encontrado em Deuteronomio 6:4, “...Ouve O Israel, o Senhor nosso Deus é único Senhor... “.
A tentativa dos trinitários e outros para encontrar mais de uma existência Divina na divindade nas escrituras, não é encontrada por nenhum dos escritores que pretendia ou acreditava. Nenhum dos escritores Vetero-testamentário acredita que Deus tenha mais de uma existência divina. Mesmo que Jesus tenha ensinado esta mesma fé em Marcos 12:32 quando disse : Há somente um Deus e nada há além dele “.
O Monoteísmo se apresentou em uma forma de religião com os patriarcas como Adão, Enoque, Noé, Abraão, Moises, Davi, Daniel, Malaquias e João Batista. Nenhum desses homens acreditava em mais de um Deus, ou existência divina no plural, e foram as testemunhas antigas de Echad dahce ou da unidade de Deus. São os campeões do Monarquismo Ortodoxo. Nenhum deles eram Trinitários. Trinitários usam destes campeões da Unidade do Monarquismo que mostra uma dupla teologia dentro do Trinitarianismo. Para patriarcas Judeus, Deus era sozinho, somente, o Governador dos céus e da terra. Cristãos Monarquicos através de Jesus vêem nele a unidade de Deus pela provisão e explicação ele era Deus em forma humana. Esta unidade do Pai e do Filho não foi dividida em mais idéias de Deus sendo mais que uma existência eterna Divina.
Em Jesus, os cristãos recentes encontram a Deus em sua ultima teofania terrestre. Jesus é o Senhor da Glória. Desde a eternidade sempre houve um único Senhor, Jesus é Deus o Senhor em forma humana. Não houve nenhuma tentativa no Novo Testamento para ensinar a pluralidade da divindade. Qualquer uso das Escrituras no NT e AT em séculos mais tarde para desenvolver a divindade triuna das 3 existências dividas e  separadas seriam contrárias ao objetivo dos escritores. Nenhum escritor do NT acreditava que Deus era mais que uma existência divina. Todo o VT conhece apenas um único Deus. Da mesma forma todo NT conhece apenas um único Deus. Todos outros deuses, crenças plurais em vários deuses, vêm das tentativas pagãs de direcionar devoção e honra a existência criada, ídolos e objetos. Isto separa a religião Judaica dos não Judeus porque os devotos judeus de Deus acreditam que ele é incriável, existiu antes de todas as coisas, e foi de fato o criador de tudo. Para um judeu, qualquer coisa criável não pode crescer ao nível de ser deus porque Deus tem que ser eterno e incriável. Mais tarde esta regra seria aplicada a Jesus e declarava ele não poderia ser Deus porque seu corpo foi criado. Isto foi a razão de terem rejeitado Jesus como Deus pelos fariseus, filósofos e outros que declinaram para a apostasia Adopcionista da original fé cristã do monoteísmo monárquico.
O Monarquianismo – é uma doutrina dos judeus que ensina a unificação e unidade de Deus. Significa mono mono – um + arché arché – regra. Quando aplicada a Deus significa que há um único Deus. Isto afirma a confissão e credo do shema amehs dos Judeus : “...Ouve o Israel, o Senhor nosso Deus é único Senhor...” (Dt.6:4)
O Cristianismo ortodoxo é uma religião de judeus, e para entender primeiro o cristianismo judeu, eles acreditavam que mais que um Deus é insano. Nenhum cristão judeu ou gentil adicionado a igreja judaica acredita no plural de Deus, plural da existência divina, ou plural de personagens divinos em um espírito de Deus. Todos os cristãos foram primeiro monárquicos e monoteístas verdadeiros.
O nome Monárquico foi o primeiro termo dado a estes antigos cristãos por Tertuliano quando ele era montanista, Tertuliano também foi um anti-semita e de alguma visão de Deus, por ex. O pai, filho e ES que foi fundado após Monoteísmo Judeu que ele rejeitou. Ele acreditava que Deus Pai criou Jesus o filho depois de toda criação e foi o primeiro Deus criado fazendo 2 deles. Ele acreditava que Deus Pai entregou divindade ao filho depois de toda criação e foi de fato seu primeiro ato de criar. Esta teoria ele insistiu contra os ensinamentos judeus que um Deus deve ser eterno e incriável por ser Deus. Tertuliano acreditava no ensinamento Montanista que Jesus era forma eterna desde o momento de sua criação. Mas ele tinha dificuldade com Jesus sendo eterno, uma vez que ele foi gerado. Os Trinitários trabalham na fundamentação religiosa de Tertuliano que mais tarde diriam ser Jesus gerado pelo pai no mesmo tempo que a existência do próprio pai começou e então o pai e o filho eram co-eternos e nenhum existiu depois do outro.
Os Montanistas foram entre os Biteistas os que originaram os triteistas e por ultimo os trinitarios do século IV. Os biteistas acreditavam que Tertuliano veio dos Montanistas e suas duas profetizas Maxmilla e Prisca. Tertuliano não condenava por heresias referente ao numero de deuses ou aquilo que eles acreditavam por qualquer coisa diferente do que ele defendia. Tertuliano escreveu contra os monarquistas em seus escritos contra Praxeas que foi um devoto do Modalismo Monoteismo monárquico.
Patripassianismo – foi primeiro usado por Cipriano contra o modalismo monárquico. A crença na monarquia de Deus foi aplicada pelos cristãos no século I pela relação pai, filho e ES. É confessado por Tertuliano e outros que foram a maioria no primeiro século da igreja. A separação destes cristãos dos últimos filósofos neo-platonista no Egito (origem 185-254AD, athanasius 293-273AD) veio com a introdução da doutrina logos do grego como uma maneira de descrever o pai e o filho. Esta doutrinaneo-platonista se tornou naquilo que é conhecido como a separação da unidade de Deus aquilo que agora nós conhecemos como uma divisão de deuses em pessoas separadas na divindade. Os monarquistas foram contrários a esta introdução da filosofia grega dentro da doutrina da igreja. Eles rejeitaram a filosofia grega que entre Deus e o homem havia um deus intermediário chamado de Logos logos ou nous nous (mente ou intelecto), e isto tornou Jesus em forma humana. Por causa disto, os monarquistas foram chamados Alogi alogi (significa nenhuma mente de deus). Os monarquistas rejeitaram esta instrução pagã na doutrina cristã pela origem tentando seguir os métodos de Philo e interpretada a Bíblia de uma posição alegórica. Ao mesmo tempo estes filósofos foram se espalhando do Egito a Roma, houve então uma separação entre os monarquistas por um grupo seguidores de Paulo de Samosata (200-275AD) no tempo do bispo de Antioquia, que escolheu reverter a crença dos fariseus e negar que Jesus era Deus. Eles acreditavam que Jesus era um filho de Deus como qualquer outro homem judeu. Eles tornaram uma doutrina herege a qual Jesus tornou um filho de Deus pela adoção do seu batismo. Este sistema mais tarde foi chamado de “Monarquia Dinamica ou Adopcionistas”. Eles negavam a deidade de Cristo. Afirmando que Ele foi apenas um homem e que não tinha nada mais de Deus dentro dele que nenhum outro homem. Já, os Modalistas Monarquicos pensavam estritamente em um único Deus e uma Monarquia como regra. Eles estavam confusos às vezes como sendo representados de Monarquicos Ortodoxos.
Não há nenhuma questão de que a origem e as outras escolhas para aplicar a teoria “nous” ou “logo” pelo fato de recusar ou construir um caso para deidade de Cristo. Mas isto não conduziria para posição Unidade Monarquica; para separar as pessoas em Deus, cada um separado em ser e espírito, que foi o nascimento da doutrina da trindade adotada adicionalmente a filosofia grega ao Conselho de Nicea em 325 AD
Houve então a existência de três cristologias nos séculos III e IV. O primeiro foi a cristologia monárquica ortodoxa, a segunda foi a cristologia adopcionista, e a terceira foi a cristologia do grego Logos. A primeira foi ortodoxa seguindo a crença dos judeus da antiguidade enquanto que o segundo e o terceiro foram ateísta e não ortodoxos. O primeiro pensava fortemente na unidade da Divindade e enquanto que os 2 ultimos mantinham a divisão da Divindade cada um como Deus e homem ou 3 Deuses em pessoas, cada uma tendo a mesma substancia e natureza (Deus de Deus, Crença de Nicéia). A primeira mantinha o monoteísmo em Cristandade baseada na crença dos judeus e os 2 últimos adotaram a forma pagã do monoteísmo.
A Monarquia Patripassianista acreditava em duas naturezas de Cristo, como Deus e homem. Jesus é Deus e Cristo, Pai e filho. Deus é absoluto. Eles se referiam a manifestações triunas do Pai, filho e Espirito Santo como modos de uma existência divina única. Enquanto que o movimento trinitário logos referiam-se a manifestações triunas como três existências divinas separadas. O Monarquismo Modalista ensinava que o pai foi manifesto em Jesus o filho na Terra (ITim 3:16), e sofreu a rejeição dos judeus e experimentou o sofrimento da cruz. No entanto, em nenhuma vez o Monarquismo Modalista declarou que o pai morreu na cruz. Do mesmo modo declara que muitos trinitarios são falsos. O Modalista Monarquico declara que o Pai sofreu no filho. Cypriano constituiu o nome Patripassianismo (do latin patris – pai , passus – sofrimento). Esta doutrina foi ensinada a vários homens reinvidicados a serem Papas na igreja católica. Mais tarde isto foi relacionado a Sabeliano quando de fato ele foi apenas um homem do século terceiro, de vários, que sustentaram por estas doutrinas ortodoxas antigas.
Monoteísmo é a ortodoxia mais antiga, que acredita que Jesus é Deus. Nenhum Monoteista denegriria Jesus como Deus e homem. Eles acreditavam na Deidade de Cristo. Eles não acreditavam que Deus eterno foi o filho encarnado em um corpo físico de Jesus. Isto eles acreditavam que não era fundado no NT. em nenhum lugar. O Monoteísta recente bem como os apóstolos Pedro, Joao, Paulo, e subseqüente professores como Noeto, Epigonus, Praxeas e Sabelio, pensavam estritamente acreditar que Jesus foi a manifestação do Pai, e que a identificação do filho e do pai juntos pensavam na unidade de um Deus único. Esta fé oposta ao Adopcionista e mais tarde biteistas e por ultimo os trinitarios foram as doutrinas da antiga igreja cristã.
Seculos mais tarde após varios lideres monárquicos morrerem, trinitarianistas como Cypriano tentou ridiculariza-los como hereges e apostatas porque eles não aceitariam 2 ou 3 Deuses em uma divindade binária ou triuna como sendo um Deus. Isto inclinou para a acusação do patripassianismo, que se tornou em outro apelido para o Modalismo.
Patripassianismo – é o ensinamento de que o Pai tornou-se encarnado no nascimento de Jesus até o resto de toda sua vida, e experimentou a rejeição dos judeus e o sofrimento da cruz. O movimento trimitário declarariam mais tarde que os patripassianistas acreditavam que o Pai morreu na cruz. Bem como falsidades foram usadas para enganar facilmente aqueles seduzidos com mentiras e distorções. Praxeas tentou tornar conhecida a crença dos Modalistas pela prova de que havia uma distinção entre Cristo o homem, o filho de David, e Deus o Pai. Praxeas ensinou a natureza dupla de Jesus como Deus e homem e seu verso favorito da escritura era ITim 3:16. Praxeas como qualquer outro Monoteísta ensinava que foi o Pai foi encarnado em Jesus como Deus enquanto que os últimos trinitários tomaram a teoria que foi Deus o eterno Filho encarnado em Jesus. Naturalmente havia uma diferença entre cada pessoa da trindade que foi encarnada em Jesus tão logo os trinitarios se tornaram interessados. Mas o Modalista não tinha nenhuma dúvida que foi Deus o pai em Cristo reconciliando o mundo nele mesmo (2Co 5:19). Esta linguagem no singular (Deus, nele mesmo) não admite outra Existencia divina em Cristo, certamente nenhum Deus Filho eterno. Os Monarquicos Patripassianistas Monoteístas não seriam convertidos para novo logos, a teoria neo-platonista dos trinitários.
Sabelio foi um dos grandes defensores do ensino Patripassionista Modalista Monarquico da recém nascida Igreja Apostolica. Deus foi indivisível e não poderia emanar dele mesmo uma outra existência divina (ver Isaias 44:8). Seu ensino o levou a Roma no final do século III. Enquanto Papa Calixto que ele mesmo um Monarquico, excomungou Sabelio de Roma por causa do Monoteísmo foi naquele tempo no declínio e na interpretação alegórica do logos Egipcio que Sabélio foi levado à cidade. O conflito entre Sabelio e o neo-triteista foi à causa intranqüilidade dentro da igreja de Roma. Calixto aceitou que o Pai sofreu no filho, mas não  estava pronto para defender que o filho foi outro modo do Pai na forma humana.
O Monoteísmo chamado de doutrina Sabelianista foi uma maneira dos trinitarios fazerem-na parecer com uma heresia que iniciou por um estranho e desconhecido ateu. Sabelio estava na verdade tentando salvar a igreja em Roma dos filósofos neo-platonistas que tentavam dividir divindade em uma separação de existências espirituais, pessoas e deuses. Isto começou com a posição Monoteística onde Sabelio anunciou em Roma, a doutrina antiga de um Deus que descende do Judaismo foi também refutada.  A queda de Roma em sua época escura começou bem aqui quando a luz de um único Deus foi rejeitada.  Ninguém poderia então salvar Roma ou o mundo da brutal e feroz maquina de matar da igreja católica que se tornou durante a época escura que seguiu Sabelio sendo rejeitado. Quando Roma sentiu as mãos dos filósofos, gnósticos, monges, padres e pessoas trinitarias, a cidade e a igreja católica tornou-se o grande mistério da Babilonia, mãe das igrejas meretrizes protestantes que a partir dela mantem a doutrina trinitária.
Alguns tentam equacionar os ensinamentos dos Monoteístas e Sabelianos em como Deus emanou sua imagem de nobreza tentou comparar isto com a filosofia grega sobre a mônada mônada (organismo muito simples que se poderia tomar como unidade orgânica (em biologia, química e filosofia) No entanto nenhum monárquico utilizou a filosofia grega para explicar a unificação do Pai e Filho em sua unidade. Os monarquistas ensinam claramente que o Pai e o Filho são manifestações ou modos de um Deus. Sabelio nomeou isto como  Huiopator : Pai-Filho, não uma mônada expansionista. Este modo que ele chamou Pai-filho foi confessado quando Jesus foi chamado de Senhor Jesus Cristo.
Como Pai, Deus foi revelado no modo Criador e Legislador, como filho Deus foi revelado no modo Rei de Israel, o Messias , o Redentor, Salvador, e terrestre Rei da Glória, como Espirito Santo Deus foi revelado no modo de doador de graça e misericórdia na salvação revelado pelo apostolo Pedro em Atos 2:38 (a promessa). O modo presente do Espirito Santo na igreja é a regeneração e santificação. Houve três diferentes maneiras de revelação do mesmo Deus. Sabelio bem como os monoteístas que o precederam por mais 2 séculos acreditavam que Jesus era o verbo e o verbo era Deus (João 1:1). O verbo era o filho e Deus era o Pai. E ambos eram um único Deus de Joao 1:1, então Pai-filho. Estes monárquicos não desenvolveram doutrinas logos na doutrina eterna do Filho. Foi mais tarde logoist neo-platoist que fez Jesus em existências Divinas separadas chamadas de Logos (trad.:o princípio intelectual, logos (na filosofia grega); Jesus, coisa divina (no cristianismo). Que acreditavam foi com o  Pai e através da unidade foi no entanto os Deuses separados.  Sábios que são corretos admitirão que Monoteísmo foi um ensinamento ortodoxo da maioria das Igrejas Apostólicas mais recentes. O Adopcionista  e Monarquia Dinâmica se divide deste grupo tornando-se e se desenvolvendo aos poucos e sistematicamente na doutrina trinitária.
Trinitarianismo: Este é o ensinamento que Deus consiste de 3 personalidades distintas e separadas; co-existentes, co-eternas e co-iguais. Há diferentes tipos de trinitarios. Alguns acreditam que cada pessoa é um Espirito separado e um Deus separado. Alguns acreditam que há um Deus e um Espirito que tem 3 personalidades. Há os neo-trinitarios que são modalistas parciais. Estes acreditam quando nos formos pro céu não veremos 3 Deuses, mas sim Jesus que seria a imagem de Deus como ele foi na Terra.
Os trinitario tem um desenvolvimento gradual. Não foi a fé ou a crença dos apóstolos e cristãos atuais. Foi o nascimento de mais de 2 seculos de debate sobre o relacionamento Pai e Filho. O primeiro que partiu do Monoteísmo foi o Adopcionismo (trinitario). Estes denegriram Jesus como divino. Afirmando que ele era apenas um homem. Isto soou forte aos Monoteístas que afirmam que Jesus é Divino. Estes Adopcionistas afirmaram que Jesus foi adotado por Deus o Pai para ser seu filho no batismo : “ este é meu filho amado em quem me agrado “. A partir destas divisões dos Monoteístas ortodoxos eles chamaram Monarquistas Dinâmicos em trinitários. Na verdade este nome não é adequado para descreve-los. Eles não acreditam na Monarquia do Pai como um só Deus. Isto não foi menos que os Fariseus acreditaram quando eles denegriram a Deidade de Jesus. Eu poderia chama-los de Fariseus Monarquistas que era como  Jesus refletia  para aquela seita dos Judeus.
Os Adopcionistas tornaram uma fogueira de controvérsias que nasceram de 2 deus Binarios ou Biarios. Estes, onde mais tarde Arias, tornou-se defensor, acreditava que Jesus era um Deus separado de Deus Pai na criação em um processo chamado “gerados”. Jesus foi gerado do Pai como um Deus Junior mas nem sempre existiu. Esta pré-existencia Jesus foi uma existência criada. O grupo dois-deus levou ainda mais igrejas monoteístas para o seu lado.
Foi no Egito que a teoria nasceu para trazer a relação do Pai e Filho mais em linha com filosofia Platônica em relação ao logos. Na filosofia de Platão o logos foi um poder intermediário entre Deus e homem. Este logos foi pensamento, razão e mente divina. Jesus foi então comparado e feito com este logos Grego. Isto permitiu Jesus como o logos (razão, pensamento e mente de Deus), para subsistir e tornar-se co-eterno com Deus. Como poderia Deus ser Deus na eternidade sem razão, pensamento ou mente? Co-eterno trouxe instantaneamente co-existencia e co-igualdade. Estas crenças não foram totalmente formadas ou expressadas até o Conselho de Niceia em 325 DC.
Esta doutrina Egipcia deu de volta o filho sua deidade que os adopcionistas tinham levado. Mas já houve falta de como logos se tornaria uma pessoa diferente do pai. Isto veio para explicar que Jesus foi um homem e também o logos. Isto deu a Ele personalidade instantânea e separaria a existência do Pai. O logos eterno se tornou em Jesus e esta união hipostática fez Jesus uma pessoa eterna separada do Pai. Foi então afirmado pelo Concilio de Nicéia que Jesus era da mesma substância do pai e foi igualmente Deus criado pelo Pai. Isto foi expresso pelas palavras: Deus de Deus.
Os bispos que vieram do aparecimento de Nicéia foram Monarquico, Adopcionistas, Binitários e os novos logos-trinitário. Foi Athanasius do Egito, um devoto neo-platonista, que influenciou o Conselho na filosofia logos e com ele venceu todos outros presentes que discordaram com o Deus triuno. Foi o Credo-Nicenico que estendeu a fundação para a doutrina da trindade. Após a vitoria de Nicéia dos trinitários sobre Monarquistas, adopcionistas, binitários e outros, a doutrina trinitária tornou-se a interpretação do Pai, Filho e Espirito Santo. Todas as igrejas protestantes mantiveram esta doutrina. Ela ensina sobre 3 Deuses separados? Nos acreditamos que a resposta seja sim! Aqui vai um simples teste:
Responda as perguntas e você saberá se você é um trinitário:
1-          Cada pessoa da trindade tem um espírito separado?
2-          Cada pessoa da trindade é uma existência separada?
3-          Há 3 espiritos divinos para cada Deus?
4-          Deus é um Espirito e uma existência, ou 3 espíritos e 3 existências?
5-          Quando Jesus morreu na cruz, foi um Espirito divino que morreu?
6-          Quando Jesus morreu na cruz, foi um ser separado que morreu?
7-          Houve um período de 3 dias e meio que um dos Deuses estava morto?
8-          Se um dos Deuses morreu no Calvário, significa que não era mais co-eterno, co-existente e co-igual?
9-          O Filho eterno era encarnado no homem Jesus?
10-       O eterno Filho era um Filho separado de Jesus que foi criado do Pai?
Responda as 3 questões seguintes para ver se você é um Monoteísta
1-          Você acredita que há um só Deus, que é um só Espirito e uma só Existência?
2-          Você acredita que Pai, Filho e Espirito Santo são todos 3 em um Deus?
3-          Você acredita que Jesus é Deus?
Se você respondeu sim para estas 3 questões, você é um Monoteísta. Você pode não entender como interpretar toda a escritura que fala do Pai e do Filho. Isto não quer dizer nada. Se você respondeu sim para estas 3 questões, você é realmente um crente que crê em um único Deus. Você é como os primeiros cristãos de 30-100 AD. Parabéns!
Quando a era escura terminou com mais e mais exposições claras das falsidades da igreja católica, muitos homens diferentes viram de novo o Monoteísmo de Deus e escreveram conceitos Monoteísticos. Alguns destes foram assassinados, como Miguel de Cervet ou como alguns costumavam chamá-lo de Miguel de Cervantes, o mesmo escritor de Don Quixote de La Mancha. No próximo capitulo apresentaremos uma pequena biografia de Sabélio, Miguel de Cervantes e outros; Outros se esconderam em suas crenças sobre a unidade mas escreveram sobre eles como John Miller. Mas pouco a pouco o Monoteísmo da atual igreja foi restaurada. Enquanto restava um tremendo ódio de muitos trinitários contra as pessoas da moderna Unidade, a doutrina Monoteísta é propagada de novo ao redor do mundo como Luz para as Nações. Hoje há defensores trinitários que continuam propagar ódio que a fé Monoteísta da recente igreja restaurou e nada mais é que uma heresia antiga. A respeito dos ataques dos trinitários contra esta fé ortodoxa, milhares agora vêem que o trinitarianismo é falso e tem origens pagãs.

Monoteísmo
Informação Adicional
Monoteísmo identifica um grande grupo de Cristãos que defendem monoteísmo Judeu contra o desenvolvimento triteísmo (crença de 3 Deuses). Primeiros trinitariários acreditavam que o Pai e o filho eram Deuses separados um do outro, Clemente (93AD), Ignácio (110AD), Irineu (110AD), Hermas (115AD), Justino o Martir (65AD), Origenes (182AD). Estes pensavam que Jesus nasceu do Pai antes toda criação. Eles achavam Jesus foi criado por Deus. Houve um tempo que o filho não existia. Que o Filho foi formado e, no entanto, não poderia ter sido co-eterno e estado todo tempo com o Pai. Que o filho foi a primeira criação de Deus, sua versão favorita tem sido Apocalipse 3:14. Texto este explicado no capítulo A DIVINDADE DE CRISTO; Os Monoteístas rejeitaram estes homens e suas doutrinas. Enquanto os Monoteístas tentaram manter a discussão da divindade em uma fundamentação dos Judeus com uma interpretação Judia, os triteistas e últimos trinitários tentaram interpretar a divindade da filosofia grega e interpretações alegóricas egípcias. Se é esta rejeição trinitária, tem sido detestável por séculos. Até mesmo com pontos de fatos corrompidos e a verdade de seus dicionários, comentários, historias e enciclopédias sobre Monoteístas, Modalistas e Patripassianistas. Geração após geração destas perversões tem vindo adiante e enchido os salões de todos Colégios Bíblicos, Universidades e escola seculares de ensinamento. As falsidades e mentiras continuam ter seus lugares no trono da teologia trinitarianista enquanto que a Unidade Monoteísta da Verdade de Deus é sempre interrompida. Por séculos trinitários tem emitido suas blasfêmias e calunias contra estes santos e benditos irmãos monoteístas.
É verdade que o Monoteísmo não propôs ou aceitou a teoria neo-platonista que tornou o dogma da igreja católica por Nicéia (325 AD) e Constantinopla (381-382 AD) Isto veio do Egito.
História
Os recentes Cristãos Apostólicos do Novo Testamento eram Monoteístas. Eles eram Judeus Messiânicos. Eles nunca acreditariam em mais de um Deus. Eles acreditavam que Jesus era Deus e o adoravam sabendo apenas que Deus deveria ser adorado. Jesus era Divino e por isso eles se referiam a ele como Senhor. A relação entre o Pai e o Filho não era diferente da relação do Tempo de Deus ou Tabernáculo de Deus. Jesus não disse: “ destrua este templo e ele o construirá em 3 dias “, falando do seu corpo? (João 2:19-21) E se Jesus era o templo de Deus, não seria ele o Deus do Templo que estava no Santo dos Santos? E se Deus estava nele, então ele não era o pai e o filho, Deus e o Templo? Não houve uma união hipostática do Espirito e da carne? Então Jesus era Deus em forma humana? Os cristãos recentes acreditam nisso. O templo e o tabernáculo eram apenas imagens terrenas nas quais Deus se manifestava. Para os primeiros cristãos, Jesus era o Templo de Deus. Era tudo simples. O templo foi um modo da presença terrestre. Cristãos recentes não viram o visível (Jesus) e nem o invisível (O Pai) como 2 deuses separados, duas Existências Divinas separadas ou dois Espíritos divinos separados.
Esta fé Monoteísta continuou no primeiro século enquanto os apóstolos eram vivos. Não havia tentativas para destruir a Divindade de Cristo exceto pelos Judeus Fariseus. Não havia argumentos sobre quem Jesus era. Eles todos o viram como o Senhor da glória que veio a terra em forma humana. Nos séculos II e III vários falsos ensinamentos vieram em seguida. A igreja estava realmente pouco preparada por eles. Todos eles tinham o Velho Testamento e as Escrituras do Novo Testamento para defendê-los e rebater as novas heresias. Eles se sustentaram com o melhor que eles podiam. Aqui e lá homens sustentaram e defenderam a Unidade de Deus. Nos não sabemos quantos deles, mas um nos sabemos do testemunho do inimigo, como parte de um quebra-cabeça que nós podemos facilmente completar.
Polycarpo (69- 155AD pastor da igreja em Esmirna) Polycrates (130-196 pastor da igreja de Efesios), Thraseas (120-175 AD) Sagaris (125-180AD) Papirius (135-180 AD), Melito (135-180AD), todos Monoteistas.
Noeto (200-230AD) era da Igreja de Policarpo de Esmirna (Epifanio disse que ele era da Igreja Efesios de Polycrates). Ele assim como Moises e seu irmão Arão. Ambos tinham uma missão de dar ao povo de Deus o culto uma vez dada aos santos em Jerusalem. Não há registro que Noeto se converteu a partir da ministração de Polycarpo ou Polycrates. Quando acusados diante de outros ministros do ensinamento que o Pai morreu na cruz, ele o negou. Ele clamou ao Pai e se despediu do Filho antes sua morte imediatamente, Jesus clamou: Meu Deus, Meu Deus porque me abandonaste. Os Ministros tinham ouvido a mentira que o Pai tinha sido crucificado e morto na cruz. Esta acusação tinha se espalhado contra o Monoteísmo. E foi preciso corrigir este ensino.
Noeto foi capaz de fazer um grande numero de conversões para seguir os ensinamentos dos Monoteístas. Não muito depois destes tempos Noeto é acusado de ensinar que o Pai sofreu e morreu na cruz e foi excomungado de várias igrejas. Há estudos sobre a vida deste precioso irmão que na sua morte ele não recebeu o culto fúnebre. Eu não sei como explicar esta exceção, alguns comentaristas dizem que os inimigos de Noteo tiveram a posse do seu corpo e desta forma se recusaram a ofereecer um culto fúnebre Monoteísta digno de um líder expressivo como foi Noeto. Hippolytus, o inoportuno romano, provocando acusações teológicas, usurpando o anti-papa, que odiava o Monoteísmo, reinvidicou a Noeto que era um seguidor de Heraclitus, em consideração ele era suspeito de ter ensinado a união das oposições quando ele ensinou que Deus era visível e invisível em Jesus e passível (poderia sofrer a morte) e impassível (não morrer). Quando entendeu da carne e do espírito esta acusação seria verdade. Se de fato Heraclitus acreditou nisto ele tinha crenças Monoteísticas.
Noeto ministrou a conversão de Epigonus que foi a Roma. De acordo com Hippolytus (Philos IX 7). Cleomenes, um companheiro de ministério com Epigonus, era permitido ao Papa Zephyrinus estabelecer a teologia Monoteísta na escola que foi um sucesso com a ajuda de Callixto. Não tendo sido provado que Cleomenes não seguiu Noeto. E não pode ser refutado que Sabelio foi um diplomado da escola Monoteísta lá em Roma. Após a morte ou relocação de Epigounus de Roma, Sabelio se tornou o líder dos Monoteistas. Ele alcançou esta posição antes da morte de Zephyrinus.
De acordo com relatos de Epiphanius, Sabelio teve visões sobre Jesus que vieram dos cristãos Egipcios. Nos duvidamos isto porque foi do Egito que o Logos Platonista veio de Roma e foi então aceito. Se Sabelio tivesse aceitado o mesmo ensinamento, Roma não o teria excomungado. Também foi ensinado que Hippolytus esperava converter Sabelio por suas próprias visões e havia falhado. De acordo com os escritos de Hippolytus ele afirma que o Papa Callixtus excomungou Sabelio, temendo, disse Hippolytus. Mais tarde Hippolytus acusou Callixtus de combater as visões de Theodotus e daqueles que Sabelio, através de Callixtus os excomungaram também. Mas em nenhum tempo era visível que Callixtus acreditava na doutrina do logos do Egito. Isto nos prova que Sabelio não se converteu ao engano egípcio.
Das historias recentes e antigas de Sabelio nós não sabemos nada. Ele é chamado de Libanes do Brasil, significa que ele era um homem negro da Africa. Se Sabelio partiu da doutrina Monoteísta nós não temos nenhuma prova. Todos nós podemos procurar por algo em sua troca. Nós não encontramos este testemunho no tempo que ainda esta por vir. É duvidável que Sabelio tenha se tornado um Adopcionista e sentiu nele a apostasia do Monarquismo dinâmico e negada a Deidade de Cristo.

Os Unicistas são acusados de Re-batizar as pessoas




Os unicistas são acusados de Re-batizar as pessoas
“...Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, atravessando as regiões altas, chegou a Éfeso. Ali encontrou alguns discípulos e lhes perguntou: "Vocês receberam o Espírito Santo quando creram? " Eles responderam: "Não, nem sequer ouvimos que existe o Espírito Santo"; "Então, que batismo vocês receberam? ", perguntou Paulo. "O batismo de João", responderam eles; Disse Paulo: "O batismo de João foi um batismo de arrependimento. Ele dizia ao povo que cresse naquele que viria depois dele, isto é, em Jesus"; Ouvindo isso, eles foram batizados no nome do Senhor Jesus.; Quando Paulo lhes impôs as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e começaram a falar em línguas e a profetizar; Eram ao todo uns doze homens...” (At.19:1-7 NVI).

A ideia é assombroza pensemos apenas na etimologia da palavra o sufixo RE significa: TORNAR À no caso textual que tentaremos expor aqui seria então TORNAR A BATIZAR, minha pergunta para este tema tão precioso será verdade que os unicistas TORNAM A BATIZAR as pessoas? Ora, a resposta é obvia, NÃO. Pois os nossos amigos trinitários é que RE-BATIZAM, sim deixem-me explicar, um amigo freqüentador da Igreja Católica Apostólica Romana quando infante, seus pais o levaram até a presença de um padre e este invocou a formula batismal trinitária em aspersão sobre este bebe, as testemunhas aplaudiram, deram presentes, festas e todos os direitos de um recém-batizado, é bem verdade que o bebe não teve escolha, é bem verdade que o bebe não pode estudar a palavra e que seus pais o batizaram por mera expressão de religião, quando o bebe cresce e encontra com os cristãos evangélicos trinitários e ministram ao coração agora deste homem e ele se converte ao pseudo cristianismo evangélico trinitário, depois de alguns momentos de doutrinologia, os lideres religiosos o batizam invocando o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, da mesma forma que o padre fez quando era criança, isto é RE-BATISMO,  este mesmo irmão se encontra agora com um ministro Unicitário e ele apresenta que Jesus é Deus, e esta pessoa passa a crer em um único Deus, após a apresentação da Unicidade o ministro Unicista apresenta o batismo em Nome de Jesus, este homem agora decide ser batizado em Nome de Jesus, será que o ministro Unicista iria realizar o RE-BATISMO? Claro que não, e por que? Simples, porque este homem nunca havia sido batizado em Nome de Jesus, somente havia sido batizado na trindade que não invoca nenhum nome, que não invoca nada alem de uma religiosidade.
Logo podemos afirmar que os que RE-BATIZAM são os nossos amigos trinitários que pegam o infante batizado na Igreja católica e o batiza invocando os mesmos títulos e isto é re-batizar, agora o batismo em Nome de Jesus é único, em todo o lugar onde um homem chegar batizado em Nome de Jesus, será considerado batizado e portanto, não necessita mais de batismo.
Certa ocasião uma jovem me procurou e me pediu para ser batizada em Nome de Jesus, mais eu a conhecia e lhe disse, mais você já foi batizada em Nome de Jesus, e ela me respondeu, mais eu não gostava do pastor que me batizou e eu a ensinei que não é a pessoa quem batiza e sim o Nome que é Invocado, em Efésios nos diz Um Só Senhor, Um Só Batismo (Ef.4:4-5), ora um único Senhor implica um único batismo em seu Nome, querido leitor se você já foi batizado em Nome de Jesus, em nenhuma Igreja lhe exigirão que sejas batizados novamente, porem, se você foi batizado na trindade (PAI, FILHO E ESPIRITO SANTO) até nas Igrejas trinitárias lhe exigirão o RE-BATISMO.
A maior reclamação se levanta contra o principio e prática de rebatismo. Diz-se, "Está bem batizar os novos convertidos em Nome de Jesus, desde que o requerem, mas está errado rebatizar uma pessoa". Vamos analisar esta objeção:
(a) Nos seus motivos,
(b) Em sua lógica, e
(c) Em seu fundamento Escritural.
(a) Os que levantam esta objeção são aqueles que tem sido obrigados a admitir que o batismo em nome de Jesus, é o batismo segundo as Escrituras. Nossos mais obstinados oponentes sabem que isto é verdade, e por isto ninguém até o dia de hoje tem ousado aceitar o nosso desafio, ainda em pé, depois de muitos anos já para debater esta questão publicamente. Mas assim, esperam anular o que não podem refutar. Enquanto puderem evitar os rebatismos, a "infecção" não se espalhará entre as suas congregações, porque eles cuidarão que os "novos convertidos" sejam "bem doutrinados” antes de serem imersos. Bem sabem eles que o novo convertido não está, de maneira alguma, capacitado de ‘‘requerer" qualquer fórmula particular, e muito menos depois de terem os pensamentos prejudicados!
b) Mas esta objeção é tanto ilógica como astuta. Se está certo o batizar no Nome de Jesus aqueles que, há pouco tempo, se arrependeram dos seus pecados, e que tem pouco conhecimento da palavra de Deus, porque será errado batizar aqueles que, depois de uma madura reflexão no Espírito Santo, chegaram a convicção de que não foram batizados segundo a Escritura. Que razão tem pregadores de honrar os requerimentos" dos novos convertidos, e de recusar os requerimentos de crentes estabelecidos? Não é verdade de que muitos desses mesmos pregadores praticam rebatismo nos casos de convertidos que foram imergidos antes da sua conversão, porque tais pessoas não entenderam o que estava fazendo no tempo da sua primeira imersão, e nem estavam preparadas espiritualmente?
c) Quando estes objetares falham em dar uma razão lógica para opor ao batismo, então inventam uma de ordem técnica - pois dizem que - A Bíblia declara que “Há um só batismo” (Efésios 4:5) e o batismo faz dois... Qualquer apelo à Bíblia, é sempre fatal aos argumentos dos oponentes do Nome de Jesus, e esse caso não é exceção. A Bíblia enfaticamente diz que há um só batismo e SOMENTE UM que é reconhecido pela igreja cristã, mas este único batismo é o mesmo que os Efésios receberam em Atos 19:5, quando pelo menos "uns doze’’ foram batizados "no Nome do Senhor Jesus”.
O batismo deles não fez dois batismos cristãos - - melhor, eles renunciaram uma forma de batismo autorizada por Deus, porque uma revelação maior da parte de Deus tornara inadequado o batismo de João Batista e o havia substituído. Isto harmoniza-se com o conhecido “Maior luz traz maior responsabilidade. Se é verdade que aqueles que foram imersos antes de se converterem desonraram a Deus, praticando uma forma de batismo sem entender seu verdadeiro sentido espiritual o que diremos, então, daqueles que professam ser cheios do Espírito Santo, mas que agem tão contrario a verdade e as vezes são mais obstinados neste assunto do que o pecador? Quando vêm a reconhecer que o seu batismo nas águas não cumpriu o propósito de Deus. dando- lhe a glória que Ele quer receber, por intermédio deste ato glorioso, serão justifica dos eles, em fazer menos do que se requer do pecador arrependido, isto é, ser rebatizados escritural- mente?
Este princípio de “justificar a Deus" (Lucas 7:29. 30), deixando atrás uma experiência já superada por causa de uma revelação maior encontra-se através das Escrituras - OS fariseus disputaram com João Batista porque seus discípulos “acrescentaram” o batismo de João, ás purificações dos Judeus; depois disputaram porque os discípulos de Cristo ‘‘acrescentaram,, o batismo de Cristo ao de João (João 3:25, 26: João 4:1); Pedro ordenou que Cornélio fosse batizado, mesmo depois de ele ter recebido o dom dos céus, e os Efésios que já haviam sidos batizados, crendo no Cristo que viria, foram rebatizados porque Ele tinha vindo já, e eles deviam justificar a Deus, se guindo na luz. Por favor, compreenda. que não estou dando apoio e prática de alguns que se batizam repetidas vezes, e isto na mesma maneira e sob as mesmas condições, simplesmente porque gostam de passar pelas águas. Isto seria diminuir o valor do ato sagrado. Mas quando uma pessoa tem uma convicção firme, baseada sobre um estudo consciencioso das Escrituras, de que o seu batismo não foi segundo a Bíblia e que é inadequado, ele pode e deve ser rebatizado. Aquilo que o homem poderá fazer, é esperado que o faça:; o que ele pode compreender, não lhe é permitido evadir-se. O inteiro sistema da lei e de julgamento se baseia sobre isto. Como disse Pedro, "O batismo, agora vos salva, (Não sendo a remoção da imundície da carne" (Não há valor inerente na lavagem em si mesma) "mas a indagação de uma boa consciência para com Deus..." (1 Pedro 3:21). E esta indagação, ou mais corretamente, segundo Weymouth, o "anelo" de uma boa consciência é o que dá ao batismo a sua virtude salvadora; isto é, o Nome Salvador! Nisto como em todo aspecto da vida Cristã, é o consciencioso esforço de fazer a vontade de Deus que assegura realização espiritual. Também apontarei que nas instâncias que temos citado na Bíblia a aqueles que foram batizados, antes foram submetidos as formas que tinham sido autorizadas por Deus, mas que posteriormente foram feitas inadequadas, por causa de mudanças dispensacionais. Se a eles Não foi permitido evadir-se de batismo, quanto mais não será exigido dos que não podem produzir nenhuma autorização para a sua fórmula atual?
(6) Alguns irmãos estão em tão desesperado aperto que tem lançado mão no texto Grego, num esforço para provar que a expressão em Nome de Jesus Cristo realmente quer dizer "pela autoridade de Jesus Cristo...”, ao passo que dizem que a expressão "em nome do Pai. etc... indica a fórmula ou o meio usado. Há diversas versões aprovadas e se estes irmãos se contentassem a aderir a elas não teria que aborrecer o leitor com este ponto. De qualquer modo, farei as minhas observações tão simples quanto possível.
Em primeiro lugar, se conhecessem melhor o texto Grego, o teriam deixado sozinho, porque ele prova exatamente a coisa, que eles estão tentando desmentir. Em sete das noves citações que já estudamos, os candidatos foram batizados “No (Grego, - eis para dentro) Nome de Jesus Cristo." Nos outros dois exemplos eles foram mandados a serem batizados “Em Nome de Jesus Cristo”, a preposição usada em Atos 2:38 sendo “epi”, e em Atos 10 é"en" . Em Atos 2, a palavra “epi” é deliberadamente usada para indicar que o uso do Nome é o meio, pelo qual “a remissão dos pecados” seria obtida. Esta preposição é também , usada na expressão “invocando o Nome do Senhor” (veja Atos 2 :21; 22:16) e a referência em Atos 22:16, é sem dúvida com respeito a fórmula batismal. Com respeito a palavra “en” usada por Pedro numa única instância, (Atos 1 0:48), que melhor intérprete poderíamos encontrar do que o próprio Pedro? Ele declara que quando usou esta expressão, “Em Nome de Jesus Cristo”, ele usou-a como o eficiente meio (compare Atos 3:6, com Atos 4:7, 9, 10). Embora a autoridade de Cristo seja implícita, o uso do Nome significava muito mais do que isto. Qualquer mordomo pode usar o nome do Rei em autoridade impessoal; mas somente um príncipe é revestido com aquele Nome em amoroso parentesco.
Em segundo lugar, mesmo que esta objeção fosse verdadeira, nada provaria. Os objectores ainda teriam a nos dizer: “Qual é o nome do Pai?”
(7) A evasão da palavra de Deus, tem feito muitos homens se enganarem e também, a seus semelhantes (Tiago 1:22) e com o intuito de escapar, o escândalo do Nome de Jesus e ao mesmo tempo dar uma dedicação simulada à palavra de Deus, foi inventada uma nova fórmula batismal. Esta fórmula é: “Eu te batizo em Nome do Senhor Jesus Cristo, em Nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo”, e poderá significar qualquer coisa. Poderás pensar que ela representa o batismo em Nome de Jesus, mas tudo quanto significa para aqueles que o inventaram é meramente uma declaração de que: "sobre a autoridade do Senhor Jesus Cristo” tu és batizado “em Nome do Pai, etc." Em outras palavras, esta vem a ser a objeção número seis posta em prática, e, como já apontei, ainda não foi respondida a pergunta: “Qual é aquele Nome? ”
A fórmula “Eu te batizo em Nome do Senhor Jesus Cristo” é suficiente, mas se queres declarar a razão em termos indiscutíveis, poderás usar a seguinte fórmula: “Eu te batizo em Nome do Senhor Jesus, que é o Nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”.
(8) Finalmente. há aqueles que põem de lado o assunto com a observação: “Tudo isto é muito barulho por nada. Não importa se o Nome seja usado ou não. Se nós somos sinceros. Deus aceita a repetição da frase (Pai. Filho e Espírito Santo), como significando o Nome.” Mas, será isto mesmo assim? Aceita Deus opiniões finitas, por mais sinceras que sejam, quando elas entram em conflito com a Sua vontade revelada? Ainda mais, quando se contínua a usar uma fórmula errada, depois de ter-se conhecido a significação do uso do Nome de Jesus, deverá considerar-se, sincero? Será alguém sincero, quando este persiste em declarar que pode aproximar-se à Deus, distinta e separadamente de Jesus Cristo apesar dos ensinamentos das Escrituras de que Deus não pode ser visto ou aproximado, a não ser pelo Filho? (João 14:6-11; Mateus 11:25-27) Se “foi do agradado do Pai, que em Cristo habitasse toda a plenitude, para que em todas as coisas tenha a preeminência” (Colossenses 1:18, 1 9), onde ficarão na estimação de Deus, os pregadores que persistem em colocar de lado o Cristo, despido-o da autoridade, poder, possessões, glória, honra, plenitude, e singularidade, com as quais o Pai investiu? Lembremo-nos das palavras de Martinho Lutero, o Grande Reformador, quando declarou: “Isto eu tenho dito muitas vezes, e agora o digo de novo, para que quando eu estiver morto, ainda seja muito lembrado e os homens possam aprender a escapar de todos os ensinadores, que não sendo guiados por Deus levantair-se-ão para falar e pregar a respeito de Deus” separado e dividido de Jesus Cristo. Se tu fores diretamente a Deus, e certamente O aprenderes, para nele encontrar misericórdia e forças, nunca deixes ser persuadido á buscá-lo em qualquer outro lugar, a não ser em Jesus Cristo. Nele começa a tua arte e estudo, nele põe firme a tua morada. E onde quer que seja o lugar, a sua razão ou pensamento, ou o de qualquer outra pessoa, guia-te para outro lado, a não ser este, fecha teus olhos e pense: Eu não devo, eu não reconhecerei nenhum outro Deus, a não ser em meu Senhor Jesus Cristo!"